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Abertura do II Colóquio Cultura e Poder marca a inauguração do curso de História Imprimir
11/04/2011

Nesta segunda-feira, 11, aconteceu a abertura do II Colóquio Cultura e Poder: Territórios e Identidades, que inaugurou o novo curso de História da Universidade Estadual do Paraná (UEPR/Campus Campo Mourão-Fecilcam), oferecendo aos calouros discussões acerca do curso e reflexões acerca do fazer História.
O coordenador do evento e chefe do Grupo de Pesquisa Cultura e Poder, que promove o evento, professor Frank Antonio Mezzomo, falou sobre o tema do colóquio, afirmando que territórios e identidades são meios pelos quais se pode compreender a maneira de existir em sociedade.  Para tanto, ele afirmou que muitos pesquisadores renomados vão estar na UEPR/Fecilcam durante a semana, promovendo minicursos, palestras e mesas-redondas, divulgando suas pesquisas.
Frank também deu destaque ao livro “Nas Malhas do Poder: História, Cultura, Espaço Social”, uma das obras lançadas na abertura do evento pela Editora Fecilcam. O livro foi produzido a partir dos trabalhos apresentados no I Colóquio Cultura e Poder. O diretor do Campus Campo Mourão da UEPR, professor Antonio Carlos Aleixo, afirmou que a constituição do Grupo de Pesquisa e os estudos realizados pelo mesmo é que dão base para o novo curso de História na instituição. “Não só ao curso de História, mas a nossa universidade, composta pelas demais faculdades do Estado”, ressaltou.  O coordenador do curso de História, professor Fábio André Hanh, concordou dizendo que a criação e implantação do curso representam o crescimento da instituição.
Debate sobre o rural
A palestra de abertura do II Colóquio Cultura e Poder: Territórios e Identidades  foi sobre  ‘O Rural da História do Brasil: Fontes, Métodos e Novas Abordagens’ com a professora Márcia Motta da Universidade Federal Fluminense (UFF). A pesquisadora, pós-doutora, falou da abordagem história feita no Brasil sobre o rural durante os últimos 30 anos, apresentando considerações a respeito.
 Para ela, a história rural ainda se encontra à margem, expressivamente esquecida e desvalorizada.  Segundo Márcia, a história ainda é o elemento vital para conhecermos o passado e compreendermos as nossas vidas. “O Brasil inventa tradições regionais, apaga conflitos e nunca consegue incorporar o rural como parte importante para entendermos o que somos e o que seremos. Por isso ainda temos muita coisa a pesquisar”, afirmou.
A  professora acredita que a função da História é construir memórias nacionais e fez algumas observações sobre o ensino de História na Educação Básica. “Mas o que temos nos livros didáticos hoje?”, questionou, apontando que ainda há muitas informações omitidas, principalmente em relação ao campesinato e aos movimentos sociais ligados ao rural. Segundo ela, esses temas são os que dão sentido a maior parte da sociedade brasileira. Durante a semana outros assuntos serão discutidos. Para conferir a programação do evento acesse: http://www.fecilcam.br/ccp/

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